skip to Main Content

Metaverso e as portas que se abrem por NFT

Em tempos cada vez mais digitais, um novo mundo se abre perante os olhos de todos e vem causando um alvoroço por parte de grandes marcas e empresas, e claro, criando um frisson entre os internautas. Eis que abrem-se as portas do Metaverso. 

A primeira definição de Metaverso apareceu em 1992, por Neal Stephenson, na obra Snow Crash, onde ele abordava a ideia de que, um entregador de pizza no mundo real poderia se transformar em um príncipe guerreiro no Metaverso. Seria a projeção/concretização da famosa frase: “Be all you want to be”. 

Entenda o que é o Metaverso:

Quase três décadas depois, mais precisamente no dia 15 de dezembro de 2021, Walter Longo realizou uma apresentação em um evento defendendo que as mídias sociais foram o grande laboratório para a entrada de todos nesse novo mundo.

Citou também a postura de grandes empresas, como Gucci e Dior, que tem realizado desfiles de moda lançando calçados e roupas no Metaverso.

Produtos de consumo rápido e cotidiano também aderiram, como a Coca-Cola, que lançou um modelo de geladeira vintage, e a vendeu por U$ 10.000 a unidade.

Longo defende ainda, que os mundos real e Metaverso irão se fundir ao ponto de não conseguirmos mais identificar o que é um, e o que é o outro. 

Todo esse contexto me remete muito ao último estudo publicado (“A Smooth Exit from Eternal Inflation?”, traduzindo: “Uma Saída Suave para a Inflação Eterna?”) pelo renomado físico teórico, Stephen Hawking, em parceria com o físico Thomas Hertog, da Universidade de Leuven, onde apresentam e defendem o conceito do Multiverso. 

Vejo muito claramente a concretização dessa teoria através do Metaverso. Claro, e por favor, não me interprete mal, não tenho bagagem científica, técnica e teórica para sustentar essa afirmação, e nem é essa a intenção.

Falo aqui como um obcecado por tecnologia, que acompanha (boquiaberto, diga-se de passagem) a evolução e o impacto psicossocial que a mesma tem gerado nos mais diversos níveis da sociedade. 

Seja o que você quiser!

Imagine comigo que, cada jogo, que é o principal canal e possibilidade de imersão no Metaverso atualmente, seja (e é) um universo a parte.

Em cada um desses mundos, eu possa ser o que quiser (“Be all you want to be”).

Posso ser um atleta, um designer, um músico, um cientista, um investidor, um bilionário, enfim, realizando desejos muitas vezes conscientes e até, inconscientes, concretizando meus ideais de ego nos avatares.

Cada personagem irá concretizar minhas projeções através de estilo de vida, passeios, viagens, cultura, ensino e consumo.

Cada universo desse é uma bolha de espaço estático da teoria de Hawking e Hertog, e todas juntas, compõe o Multiverso. 

Desta forma é criado o melhor cenário possível dar vida aos desejos de ser e estar.

Metaverso e consumo

Pessoas não pouparão dinheiro, tempo ou esforço para realizar isso, evidentemente. Tanto pelas razões já citadas, quanto pelo reforço da principal motivação do mundo real: a preocupação com a imagem.

Pessoas se submetem à inúmeras intervenções cirúrgicas para “melhorar” sua aparência, por exemplo, ou ainda, pessoas que alugam um avião, para tirar fotos ao lado da aeronave (no hangar, em solo), para postarem em suas redes sociais criando assim a ilusão aos engajados de seus conteúdos que, ele(a) é uma pessoa muito, muito bem-sucedida, feliz e realizada.

A somatória de tudo isso é o que tem despertado interesses e ambições nos CEOs, e mulheres e homens de negócios espalhados pelo mundo, criando uma pergunta única e compartilhada em suas cabeças: “como posso faturar com isso?”. 

 Se existissem incertezas de potencial de mercado destes novos universos, todas caíram por terra, e investimentos em larga escala passaram a ser realizados, assim como a construção de um imenso ecossistema de suporte e sustentação.

O consumo já é realidade nesses novos mercados, e em valores e volumes surpreendentes! A venda de terrenos virtuais movimentando U$ 106 milhões em uma semana, ou a venda de 3 iates virtuais por R$ 30 milhões, são exemplos.

Mesmo com todos os pontos positivos e vantajosos, as vendas nesses novos mundos ganharão ainda mais força através de outro avanço tecnológico, o NFT. 

E afinal, o que é NFT?

NFT é a sigla para Non-Fungible Token, ou traduzindo, “Token Não Fungível”. É um “objeto digital” com certificado de propriedade rastreável, que determina originalidade e exclusividade, e pode ser vinculado a um objeto real ou virtual, como imagens, áudios, GIFs e afins.

Os NFTs foram as estrelas de diversos leilões onde os preços atingiram elevados patamares, como a comercialização do primeiro tuíte do CEO da rede social Twitter, por U$ 2,9 milhões.

Trata-se de um novo tipo de ativo digital, como qualquer criptomoeda, e utiliza o blockchain para sua criação. Sendo o Ethereum, o mais utilizado hoje. 

Aqui na Trade, através do time de Ciência Cognitiva, conseguimos visualizar boas possibilidades no Metaverso para nossos produtos.

Análises preditivas através de Machine Learning serão decisivas para as empresas que quiserem obter sucesso neste novo universo, que diga-se de passagem, possibilitará vender seu produto ou serviço literalmente para qualquer habitante do planeta.

Eis o Multiverso do Metaverso e suas infinitas possibilidades!

Sei que são muitos conceitos e teorias nesse post, e que dariam tranquilamente vários outros posts. Mas minha principal intenção é conversar e teorizar como será o futuro do Metaverso.

Se interessou pelo tema? Então vem conversar com a gente!
Deixe um comentário aqui ou envie em e-mail para mim: cassiano.silva@tradetechnology.com.br.

Até a próxima!

Este artigo tem 0 comentários

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Back To Top
Buscar