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Desenvolvimento de RPAs para empresas de sucesso

Desenvolvimento de RPAs

Reunimos nesse artigo tudo que você sempre quis saber sobre desenvolvimento de RPAs. Continue a leitura!

A sigla RPA significa Robotic Process Automation, em tradução livre, Automação de Processos Robóticos. Portanto, RPA se trata de um conceito e não uma tecnologia em si.

De modo que o ponto central do RPA é compreender os processos que demandam muito tempo e energia de uma pessoa e programar um robô para fazê-lo.

Assim, economizamos tempo, dinheiro e o melhor, damos liberdade para que esse colaborador possa trabalhar em atividades mais complexas onde só um ser humano é realmente efetivo.

O que são os BOTS de RPA?

Quando pensamos em robôs, logo nos vem à cabeça aquelas máquinas hipertecnológicas que imitam até a aparência humana.

Entretanto, o desenvolvimento de RPAs está muito mais concentrado em maximizar resultados dentro de uma operação do que em se parecer com a nossa espécie.

Dessa forma, os bots podem imitar sim alguns comportamentos humanos, mas não possuem forma física. São programas de computador, que realizam soluções escritas para realizar determinada atividade, de forma rápida, eficaz e com baixo custo.

Aliás, há ainda quem confunda RPA com IA (inteligência artificial) e Machine Learning (aprendizado de máquina).

O que ocorre é que, na verdade, o desenvolvimento de RPAs pode fazer uso dessas tecnologias para aumentar sua inteligência e eficiência. Não é incrível?

No vídeo abaixo, você tem acesso ao nosso case de sucesso em RPAs com a Romagnolli Produtos Elétricos S.A.

Entenda o desenvolvimento de RPAs

É interessante notarmos que não existe uma “receita” exata, já que cada bot funcionará diferente pois cada um, assim como um trabalhador humano, possui funções e objetivos distintos ao realizar suas tarefas.

De modo geral, tudo começa através de um gatilho de acionamento que pode ser feito por três formas:

  • Uma chamada manual, ou seja, um ser humano clicando em um botão.
  • Um agendamento. Quando está programado para realizar suas tarefas em determinados horários do dia.
  • Um evento específico, como a chegada de um e-mail na caixa do usuário, por exemplo.

A partir do momento que é acionado, o bot captura as informações necessárias para realizar os processamentos devidos e tomar as decisões que é programado para tomar, assim como também desenvolve os artefatos requisitados.

É claro que, dentro dessas simples etapas, é possível realizar várias tarefas diferentes, as possibilidades são absolutamente incontáveis.

E há ainda os famosos chat bots acionados pela interação humana.

Outro fato importante é que existem robôs assistidos e não assistidos. Isto é, alguns funcionam de forma autônoma, sem intervenção humana.

Porém, outros dependem de certas interações ou possuem pontos de decisão operados por humanos.

O que é necessário para se automatizar processos?

Antes de tudo, para se automatizar um processo, é necessário conhecê-lo.

Depois, é preciso garantir que esse processo tenha um certo nível de maturidade, ponto fundamental no qual identificamos pontos de melhoria para que o bot apresente o máximo possível em performance.

Portanto, é essencial compreender o processo e de que modo pode-se melhorá-lo. Feito isso, é hora de escolher a melhor ferramenta para o desenvolvimento do RPA.

Nesse sentindo, existem inúmeros recursos que podem ser utilizados para o desenvolvimento de RPAs.

Dentre eles estão tecnologias de inteligência artificial, aprendizado de máquina, as várias linguagens de programação, mas profissionalmente o que se destaca é o uso de grandes plataformas próprias para o desenvolvimento de RPAs.

A Trade Technology conta com as melhores plataformas para desenvolvimento que existem no mercado e também com um time experiente e com qualificações avançadas, com foco na criação de RPAs que entreguem praticidade, agilidade e que sejam estrategicamente eficientes.

Melhores exemplos de RPAs

Os RPAs vêm dominando várias áreas e a tendência é que aumentem suas finalidades cada vez mais, afinal de contas, os avanços tecnológicos já permitem que empresas reduzam custos, tempo e risco em suas operações e é exatamente disso do que se trata a automação robótica de processos.

Entre as áreas que mais utilizam e que obtém maior custo-benefício estão:

  • Administrativa;
  • Financeira: lançamento de notas fiscais, geração e envio de boletos, emissão de relatórios, por exemplo;
  • Logística: controle de frota, rastreio, armazenagem e estoque;
  • Callcenters: uso de com chatbots;
  • Processos de Governança de T.I.: Criação de Usuário de acordo com a integração com RH da empresa – Bloqueio dos Usuários de acordo com o Status do mesmo na organização (Desligado, Em Férias, De Atestado e afins) – Bloqueio e Liberação de pastas através da hierarquia do mesmo – Liberação de Acesso nas plataformas existentes (Softwares) – Reset de Senha e afins;
  • Preenchimento de contratos e documentos sigilosos: que evitam a necessidade de manuseio manual e visualização das informações por pessoas não autorizadas. Também neste ponto é possível coletar todas as assinaturas e arquivar o documento de forma automática.

Esses são apenas algumas áreas que mais exploram o desenvolvimento de RPAs, já que a evolução constante das tecnologias cognitivas, expande o uso dessa tecnologia a cada dia.

De qualquer forma, o maior uso da automação está nas tarefas operacionais repetitivas e rotineiras – deixando para os seres humanos trabalhos que demandem análise especializada e grandes tomadas de decisão.

RPAs e o trabalho humano

Assim como você deve ter percebido, a função do desenvolvimento de RPAs é retirar dos seres humanos a carga de trabalho repetitivo e maçante.

Dessa forma, os colaboradores de uma empresa podem focar em atividades que realmente precisam de nossas habilidades ímpares, que exigem criatividade, alta capacidade analítica e poder de decisão.

Sim. É verdade sim que muitas profissões podem ser robotizadas, e têm sido. Entretanto, os processos automatizados criam novas relações entre homem e máquina.

Em outras palavras, novos postos e funções de trabalho.

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